Coronavírus: quais cuidados os condomínios devem ter para proteção dos moradores?

 

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Nos jornais, nas rádios e nas redes sociais o assunto é o mesmo: pandemia do coronavírus. As notícias não param de chegar a todo instante e as recomendações de prevenção contra a disseminação do novo vírus estão em todos os lugares. 

 

Por isso hoje nós abordamos quais os cuidados os condomínios devem ter para proteger os seus moradores da pandemia do coronavírus!

 

Afinal, o que é coronavírus e quais seus riscos à saúde?

 

A OMS (Organização Mundial da Saúde) está mantendo todos em alerta para a pandemia do novo coronavírus, também conhecido como COVID-19. Ele é uma família de vírus, que traz problemas respiratórios e tem seus sintomas similares a uma gripe – o que torna a doença uma pandemia é sua rápida disseminação. 

 

Os riscos à saúde variam de acordo com cada caso, sendo que o maior grupo de risco são idosos, pessoas com problemas respiratórios e com baixa imunidade. A transmissão do coronavírus é feita por meio de contato pelo ar, por secreções e pelo contato direto com objetos infectados – ou seja, a forma de transmissão é muito potencial. 

 

Entre muitas, uma recomendação para evitar a disseminação do vírus é ficar em casa. Essa recomendação tem sido a forma mais eficaz de evitar a transmissão em massa da doença, já que as formas de contágio são muito altas. Evitar aglomerações, lugares públicos, contato com outras pessoas, entre outras recomendações de higiene, são a melhor forma de se proteger e proteger o próximo.

 

Quais os cuidados que o condomínio deve ter em relação ao coronavírus?

 

Segundo as recomendações da OMS, ficar em casa é sinal de proteção. Mas e quem mora em condomínios, com um grande número de pessoas circulando no mesmo ambiente, está protegido do coronavírus também?

 

Diante deste questionamento, vamos listar alguns cuidados que o próprio condomínio e seus moradores podem tomar para se manterem seguros e protegidos da transmissão do vírus. Como já citamos acima, as principais recomendações gerais são:

 

– Evitar aglomerações, principalmente em locais fechados;

– Manter aproximadamente dois metros de distância de alguém que apresente algum sintoma;

– Lavar muito bem as mãos com sabonete por aproximadamente 20 segundos;

– Manter as mãos higienizadas com álcool em gel quando não for possível lavar;

– Ao espirrar ou tossir, cobrir a boca e nariz com o antebraço e não com as mãos;

– Evitar levar as mãos ao rosto (principalmente área dos olhos, nariz e boca);

 

Além dessas dicas gerais, algumas outras atitudes podem ser interessantes para o condomínio seguir, como, por exemplo, a viabilização do home office para os funcionários que podem exercer sua função de casa, para que eles não fiquem transitando pelos locais públicos e pelo condomínio.

 

  • Limpeza redobrada das áreas comuns e acesso de álcool em gel: é importante que essas áreas sejam limpas e esterilizadas com mais atenção e frequência, justamente pelo coronavírus ser transmitido também por objetos infectados como corrimãos, portas, elevadores e outros itens. É importante também disponibilizar dispensers de álcool em gel para uso dos moradores. 

 

  • Comunique sem causar pânico: o condomínio pode assumir um papel de responsabilidade social e comunicar os moradores a respeito informações sobre a pandemia do coronavírus – mas sem causar pânico. Repassar dados, recomendações, identificação de sintomas e muito mais, em avisos, cartazes, redes sociais.

 

  • Incentivar a quarentena: o condomínio pode incentivar a quarentena dos moradores, relembrando a importância dessa atitude e o quão benéfica ela é para o bem comum. O condomínio deve remarcar reuniões e assembleias para outras datas mais distantes, ou então propor uma nova forma de resolver a situação, como conferências onlines por aplicativos de mensagens e afins. 

 

  • Manter uma comunicação clara com os moradores: caso haja algum caso suspeito de coronavírus no condomínio, é extremamente importante que todos sejam alertados de forma clara. Mantendo em sigilo a identidade dos envolvidos, mas de forma que todos possam redobrar os cuidados de prevenção. 

 

  • Interditar algumas áreas comuns: como deve-se evitar aglomeração de pessoas, é de extrema importância o condomínio interditar temporariamente o uso de áreas comuns, como salão de festas, piscinas e áreas de lazer, para que, assim, não aconteçam casos de riscos de contaminação. 

 

Agora que você já sabe alguns dos cuidados que os condomínios devem ter para proteger os moradores, pode começar a colocar em prática no seu próprio prédio. Se tiver alguma dúvida, entre em contato, estamos a disposição para ajudá-lo!

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